No extremo da loucura, meu subconsciente se perde no efeito da fumaça e meu corpo flutua aos dizeres da insanidade, envolvendo a podridão de meu pensamento com a linda imagem do céu, repleto de estrelas que brilham de uma forma diferente, meus dedos se estendem em direção ao universo em querer agarrar a lua perfeita, aquela que é minha companheira de tantas noites e sinto que minha forma de pensar está limitada com barreiras impenetráveis da concepção alheia, e apenas eu posso quebrar esses limites da minha própria consciência que vaga em meio as sombras perdidas.
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